no trânsito, ao cometer erros que todos a maioria já cometeu, dá-se de cara com a mais nojenta misoginia (de homens e mulheres) . e o melhor que se tem a fazer é ignorar e seguir em frente. na segunda tentativa, ou terceira, ou quarta ou quando o carro pegar de novo. ahahaha

e depois ainda se achar o máximo por não ter perdido a pose usando todo um palavreado tosco e chulo. palavrão é ótimo, sim. desestressa, alivia até dor física.  mas melhor deixar pra momentos mais inspiradores e menos ordinários que esses.

é só uma fase…

mais uma sexta. pra começar fds e logo chegar a segunda novamente.

contudo, a sexta-feira pertence a categoria das coisas absurdamente boas da vida. eu espero, fico ansiosa,  solto sorrisos cordiais pras zebras que tentam me sacanear nesses dias. zebras gente, zebras situações – eu sorrio e elas encolhem.

uma pausa temporária das obrigações. livre por dois dias seguidos.

Ugh, so pretty.

don’t tell me

Junho 22, 2008

Se você for o Serafim, peço que me deixe dormir. Serafim deve ser nome de algum anjo triste que esfria a alma da gente nas noites desse inverno paulistano.

Insônia.

Serafim seria o nome do meu gato, se eu tivesse pretensão de ter gatos nessa vida.

this is that

Junho 19, 2008

Existe esse filme que eu nunca assisti, Rashomon. De um crime com três versões diferentes. Os envolvidos não entram num acordo nunca. Cada um conta, ao seu modo, o que aconteceu.

Eu sempre lembro desse filme quando me acontece de pensar isso e esse isso se revela aquilo.

Essa procura das verdades que não existem ou das mentiras que criamos inconscientemente.

*

Ela disse que era amor e até citou a respiração ofegante dele e as batidas do coração enquanto transavam. E num corte rápido, o colega ao lado, na mesa dum bar, retrucou que o que realmente faz barulho na cama é tesão”.

Todos riram e continuaram bebendo suas cervejas.

Ela, mais que os outros.