blegh!

Outubro 27, 2009

Eu me acho mó legal. As pessoas só precisam ficar meio na delas. Tipo, eu não quero ser melhor amiga de todo mundo. Intimidade é uma merda, esse é meu lema. Talvez devesse apenas escrever uma placa de alerta: vou ser legal até você mexer no formigueiro. Daí, tudo bem. Ou não, né. Que o que eu mais aprendo agora é que pessoas podres estão por todo lado. E elas gostam de mexer no formigueiro.

sábado não é mais dia de acordar meio-dia. é dia de acordar ao som da fanfarra da escola perto de casa às 9h00m da matina, praguejando.

seria o começo de um bom final de semana?

oui, louis!

Outubro 9, 2008

the dark side of your ass

Outubro 3, 2008

gostar de psicologia não capacita ninguém a fazer julgamentos sumários a todo instante. dois livros do freud te farão apenas desenvolver uma psicologia de botequim do tipo “vamos continuar achando o que há de errado nos outros pra não ter tempo de olhar pro nosso próprio umbigo”.

não é difícil. acabei de fazer. chamarei de “teoria pseudo-analítica freud-junguiana do macaco que senta em cima do rabo”. ânus de conhecimento.

e falando em macaco, cada um no seu galho.

deu.

update: v., eu sei que parece pra vc, mas não é.

mesmo.

acredite.

the hole shit in the world

Agosto 21, 2008

enquanto ensaio tornar-me um ser humano melhor, me deixa.

que essa semana eu disse que não ia fazer o que me mandaram fazer e tive que agüentar a cara feia das pessoas por isso.

o que elas não sabem é que a cara delas já era feia antes de qualquer intervenção minha.

e ainda ri descaradamente das coisas ridículas que surgiram numa reunião “seríssima” e saí da sala engolindo esse riso incontrolável que me fez parecer a pessoa mais mal-educada do universo.

eu nem me desculpei nem nada.

don’t tell me

Junho 22, 2008

Se você for o Serafim, peço que me deixe dormir. Serafim deve ser nome de algum anjo triste que esfria a alma da gente nas noites desse inverno paulistano.

Insônia.

Serafim seria o nome do meu gato, se eu tivesse pretensão de ter gatos nessa vida.

this is that

Junho 19, 2008

Existe esse filme que eu nunca assisti, Rashomon. De um crime com três versões diferentes. Os envolvidos não entram num acordo nunca. Cada um conta, ao seu modo, o que aconteceu.

Eu sempre lembro desse filme quando me acontece de pensar isso e esse isso se revela aquilo.

Essa procura das verdades que não existem ou das mentiras que criamos inconscientemente.

*

Ela disse que era amor e até citou a respiração ofegante dele e as batidas do coração enquanto transavam. E num corte rápido, o colega ao lado, na mesa dum bar, retrucou que o que realmente faz barulho na cama é tesão”.

Todos riram e continuaram bebendo suas cervejas.

Ela, mais que os outros.